Jornal EntreCidades :: São José do Rio Preto e Região
Jornal EntreCidades :: São José do Rio Preto e Região
  • Região
    • Adolfo
    • Bady Bassitt
    • Catanduva
    • Cedral
    • Nova Aliança
    • Nova Granada
    • Olímpia
    • Palestina
    • Potirendaba
    • São José do Rio Preto
  • Acontece
  • Geral
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Educação
  • Polícia
  • Política
  • Saúde
  • Vídeos
  1. Home
  2. Geral
  3. AGU defende tratamento digno a mulheres vítimas de violência sexual
 AGU defende tratamento digno a mulheres vítimas de violência sexual
Geral

AGU defende tratamento digno a mulheres vítimas de violência sexual

by entrecidades 24 de janeiro de 2024

Órgão quer impedir desqualificação moral das denunciantes

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta terça-feira (23) no Supremo Tribunal Federal (STF) a procedência da ação que pretende garantir que vítimas de crimes sexuais sejam tratadas de forma digna durante a tramitação de processos.

No parecer elaborado pela Advocacia-Geral da União (AGU), Lula e o órgão se manifestaram a favor do entendimento para impedir que juízes avaliem a vida sexual pregressa da vítima. 

A ação chegou ao Supremo no fim do ano passado por meio da Procuradoria-Geral da República (PGR). O órgão quer impedir a desqualificação moral de mulheres que denunciam crimes sexuais.

Ao concordar com os argumentos da procuradoria, a AGU entendeu que fatos alheios à investigação em curso não podem ser avaliados contra a mulher denunciante.

“Forte no reconhecimento do direito fundamental de todas e de cada vítima de crimes contra a dignidade sexual a um tratamento digno em todas as esferas do Poder Público, conclui-se que é vedado às partes e a seus advogados fazerem menção à vida sexual pregressa ou ao modo de vida da vítima em audiência de instrução e julgamento de crimes contra a dignidade sexual”, opinou a AGU.

Mari Ferrer

Um dos casos que motivou a ação da PGR ocorreu com a modelo e influenciadora digital Mariana Ferrer, em 2018. Durante audiência na qual prestou depoimento na condição de vítima de estupro, ela foi constrangida pelo advogado do acusado. 

O episódio provocou a aprovação da Lei Mari Ferrer, norma que protege vítimas e testemunhas de constrangimentos.  

No ano passado, o juiz responsável pelo caso, Rudson Marcos​, foi advertido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Agência Brasil

Previous post
Next post

Leave a Reply Cancel reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copyright © 2026 Qoxag. All Right Reserved.